Polícia

ANP apreende 35 mil litros de lubrificantes irregulares na Bahia

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) confiscou 35 mil litros de lubrificantes sem registro em Santo Antônio de Jesus, na Bahia, em operação contra produtos clandestinos que prejudicam veículos e consumidores.
Por Redação
ANP apreende 35 mil litros de lubrificantes irregulares na Bahia

Fiscalização faz parte de cronograma da ANP para combater comércio de produtos clandestinos -

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fez uma das maiores apreensões do ano na Bahia, confiscando nada menos que 35 mil litros de lubrificantes sem qualquer tipo de registro ou autorização para venda. A ação, que aconteceu nesta quarta-feira, mira o mercado ilegal de produtos automotivos no estado.

Os fiscais da ANP encontraram o grande estoque de óleo em Santo Antônio de Jesus, na Bahia, um centro comercial importante do Recôncavo Baiano. Segundo as primeiras informações da Agência, o material não tinha registro de produto nem a permissão para ser vendido. Isso é um problema sério, porque impede que a gente saiba a origem e se a qualidade do lubrificante é a que deveria ser.

Grande apreensão no Recôncavo Baiano

Essa fiscalização da ANP faz parte de um plano mais intenso para brigar de frente com o comércio de produtos clandestinos. A ideia é proteger os consumidores e os veículos, já que esses itens sem controle podem causar muitos estragos. Imagine comprar um óleo pensando que está cuidando do seu carro, mas na verdade ele está acelerando o desgaste das peças?

A venda de lubrificantes sem o registro adequado não é só uma concorrência desleal com as empresas que trabalham direitinho, seguindo as regras. É um risco direto para quem compra. O que parece ser uma economia na hora da compra pode se transformar numa dor de cabeça e num gasto enorme depois.

Por que lubrificantes sem registro são perigosos?

Usar um lubrificante que não cumpre as normas da ANP é como dar um tiro no pé para o motor do carro. Esses produtos, por não terem a qualidade garantida, podem:

  • Desgastar as peças rapidamente: Eles não têm a viscosidade certa para proteger o motor.
  • Criar “borra”: Uma espécie de sujeira que entope os canais por onde o óleo deveria circular.
  • Travar o motor: O pior cenário, que pode levar a um prejuízo muito maior do que a “economia” na compra do produto barato.

O perigo é real e silencioso. O motor é o coração do carro, e um óleo de má qualidade pode comprometer todo o sistema, resultando em reparos caros e inesperados.

Punições para quem vende produtos irregulares

Quem estava por trás da venda desses 35 mil litros de lubrificantes ilegais vai ter que responder por isso. A pessoa ou empresa responsável pode ser multada e a multa pode ser bem salgada, dependendo do volume de produto e se já cometeu essa infração antes. Além disso, pode enfrentar até mesmo processos criminais por vender produtos que não seguem as normas.

Como o consumidor pode se proteger?

Para não cair nessa armadilha, a ANP dá uma dica importante: sempre confira o rótulo do lubrificante. Procure pelo número de registro do produto e as informações do fabricante ou importador. Se não tiver ou parecer suspeito, desconfie. É um pequeno cuidado que pode evitar um grande problema no futuro do seu carro e no seu bolso.