A tranquilidade da tarde de quinta-feira, 29 de fevereiro, foi quebrada por um crime chocante em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, cidade que faz fronteira com o Paraguai. Valdemir Ferreira da Paixão, que trabalhava como gerente de uma funerária, foi atirado e morto dentro do cemitério municipal.
Os relatos preliminares dão conta de que Valdemir estava no cemitério quando foi alvo dos atiradores. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local após ser atingido por vários disparos. A cena de violência, infelizmente, também teve outra vítima.
O filho de Valdemir, que estava no carro no momento do ataque, também foi atingido. Ele levou um tiro na perna e foi socorrido rapidamente. O jovem foi levado para o Hospital Regional de Ponta Porã, onde recebeu atendimento médico. Felizmente, seu estado de saúde é estável e ele permanece internado para recuperação.
Segundo o que a Polícia Civil apurou até agora, o autor do crime se aproximou do veículo onde Valdemir estava e atirou pelo menos dez vezes. Até o momento, a polícia ainda não conseguiu identificar quem atirou nem qual seria o motivo para um crime tão brutal. A investigação está em andamento para coletar mais pistas e depoimentos.
Este assassinato soma-se a uma preocupante onda de violência na cidade. Com a morte de Valdemir, Ponta Porã registra o quarto homicídio em pouco mais de 24 horas. Essa sequência de crimes tem deixado a comunidade em alerta e a polícia trabalhando intensamente para desvendar os casos.
A série de mortes começou na quarta-feira, 28, quando Emerson Rodrigo Lemes, de 35 anos, foi morto enquanto estava em seu trabalho. Ele operava uma escavadeira no momento em que foi alvejado, em circunstâncias que também estão sendo investigadas de perto pela Polícia Civil.
Os outros homicídios que aconteceram neste curto período também seguem sob investigação. A Polícia Civil esclarece que, por enquanto, não há nenhuma confirmação de que os crimes estejam conectados, e cada caso está sendo apurado individualmente com o objetivo de trazer respostas e justiça para as famílias das vítimas.

