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Suspeito morto após matar PM era traficante em regime aberto

Suspeito morto em troca de tiros que matou o Capitão Salomão era Vitor Souza da Silva, membro de facção criminosa e estava em regime aberto.
Por Redação
Suspeito morto após matar PM era traficante em regime aberto

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A Polícia Civil revelou detalhes importantes sobre um dos suspeitos envolvidos na troca de tiros que terminou com a morte do Capitão Osniésio Pereira Salomão, conhecido como Capitão Salomão. Vitor Souza da Silva, que também morreu no confronto, fazia parte de uma facção criminosa e estava em regime aberto após uma decisão judicial.

Vitor Souza da Silva não era um criminoso qualquer. Ele era ligado a um grupo envolvido em atividades como tráfico de drogas e armas, assassinatos, lavagem de dinheiro, roubos e até a corrupção de menores. Apesar do histórico criminoso, ele havia sido colocado em regime aberto depois de uma decisão judicial, mesmo estando preso no Conjunto Penal de Lauro de Freitas, na Bahia.

Relembre o crime que tirou a vida do Capitão Salomão

O Capitão Osniésio Pereira Salomão morreu na noite da última quinta-feira, 15 de fevereiro, durante um confronto armado com suspeitos. O episódio aconteceu na Avenida Contorno, quando, segundo as primeiras informações, ele foi abordado em uma tentativa de assalto e reagiu.

Durante a troca de tiros, o policial militar acabou sendo atingido. Ele foi rapidamente socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Barris, mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e morreu. A morte do Capitão Salomão causou grande comoção e reforçou a discussão sobre a segurança pública e a presença de criminosos perigosos nas ruas.

Um suspeito foragido e o apelo por ajuda

Além de Vitor Souza da Silva, outro homem participou da ação criminosa. No entanto, esse segundo suspeito conseguiu fugir do local após o confronto. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) está pedindo a colaboração da população para encontrá-lo.

A SSP reforça a importância das denúncias anônimas. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a localizar o criminoso pode entrar em contato com o Disque Denúncia pelo telefone 181. A identidade de quem denuncia é mantida em sigilo absoluto, garantindo a segurança do cidadão que colabora com as investigações.

O caso continua sendo investigado pelas autoridades, que buscam entender todos os detalhes da ação e prender o outro envolvido. A notícia de que um criminoso de alta periculosidade estava em regime aberto levanta questionamentos e acende um alerta sobre a necessidade de revisão de critérios para concessão de benefícios judiciais, especialmente para indivíduos com histórico tão grave.