Política

Programa Bahia Sem Fome já tirou 1,3 milhão de pessoas da insegurança alimentar

O Programa Bahia Sem Fome já tirou 1,3 milhão de pessoas da insegurança alimentar e visa alcançar mais 760 mil, com R$ 5 bilhões em investimentos.
Por Redação
Programa Bahia Sem Fome já tirou 1,3 milhão de pessoas da insegurança alimentar

Coordenador-geral do programa, Tiago Pereira apresentou balanço das ações de 2025 durante a semana -

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Imagine a tranquilidade de saber que terá comida na mesa todos os dias. Para 1,3 milhão de pessoas na Bahia, essa realidade virou possível graças ao Programa Bahia Sem Fome. A iniciativa, que vai muito além da simples distribuição de cestas básicas, tem transformado vidas ao garantir o acesso a uma alimentação digna e nutritiva.

Liderado pelo governo de Jerônimo Rodrigues, do PT, o programa não foca em soluções rápidas, mas sim em uma rede robusta. Ele une diferentes setores, como assistência social, educação, saúde e agricultura familiar. Com a ajuda ativa da sociedade civil e de empresários responsáveis, a meta é fortalecer essa estrutura para acabar de vez com a barriga vazia no estado.

R$ 5 bilhões em investimentos para combater a fome

Para alcançar esses objetivos, um investimento de R$ 5 bilhões foi direcionado. Esse dinheiro não fica parado; ele impulsiona ações práticas, como o reforço da alimentação escolar, a criação de cozinhas comunitárias, a garantia de acesso à água potável e o incentivo ao plantio e à colheita de alimentos sem o uso de agrotóxicos. Tudo pensado para oferecer comida de verdade e de qualidade.

Os idealizadores do Bahia Sem Fome entendem que combater a fome é muito mais do que apenas um ato humanitário. É um investimento no futuro. Uma pessoa bem alimentada tem mais energia para buscar um emprego e, consequentemente, contribui melhor para a economia. Isso gera um crescimento geral para a Bahia.

Além disso, quem come bem tem mais chances de viver em paz, longe da criminalidade e da violência. Pensando assim, o programa também é uma ferramenta importante para melhorar a segurança pública. E os benefícios não param por aí: ter comida na mesa permite que as pessoas recuperem as forças para estudar, se formar e, quem sabe, dar a seus filhos a oportunidade de concluir um curso superior. É um ciclo virtuoso que se inicia com um prato de comida.

E os gestores não demonstram cansaço. Agora, o foco é ajudar mais 760 mil pessoas a ter acesso à comida boa, saborosa e nutritiva. Não importa como se analise, o Bahia Sem Fome tem um impacto social inegável, alinhado aos esforços federais de diminuir as desigualdades no Brasil.