Política

Quem pode assumir o Ministério da Justiça com saída de Lewandowski?

Saiba quem pode assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública após a provável saída de Ricardo Lewandowski. Andrei Rodrigues, Rodrigo Pacheco e Vinícius de Carvalho estão entre os cotados para o cargo.
Por Redação
Quem pode assumir o Ministério da Justiça com saída de Lewandowski?

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A movimentação nos bastidores do governo federal indica uma mudança importante em breve. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, deve deixar o cargo na próxima sexta-feira, 9 de fevereiro. Fontes próximas informam que ele já comunicou a decisão a secretários e outros integrantes da pasta, preparando o terreno para sua saída.

Com a provável saída de Lewandowski, a busca por um novo nome para liderar uma das pastas mais estratégicas do país já começou. O Ministério da Justiça e Segurança Pública desempenha um papel fundamental na articulação de políticas de segurança pública, no combate ao crime organizado e na defesa dos direitos e da cidadania em todo o Brasil. Por isso, a escolha do novo titular é vista como crucial para a continuidade das ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os nomes que circulam para o Ministério da Justiça

Vários nomes já estão sendo ventilados como possíveis substitutos para a cadeira de Lewandowski. Entre os mais cotados, figuram personalidades com experiência tanto na área da segurança quanto na política e gestão:

  • Andrei Rodrigues: Atualmente, é o diretor-geral da Polícia Federal (PF). Sua experiência à frente de uma das instituições mais importantes do país o coloca como um candidato forte, especialmente pela sua familiaridade com as questões de segurança e investigações.
  • Rodrigo Pacheco: Ex-presidente do Senado, o político do PSD de Minas Gerais tem um perfil mais político e de articulação. Sua passagem pelo comando do Congresso Nacional o credencia como alguém capaz de dialogar e construir pontes no cenário nacional.
  • Vinícius de Carvalho: Ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Carvalho tem uma atuação focada na transparência e no controle interno do governo. Sua expertise em gestão e fiscalização pode ser um diferencial na pasta da Justiça.

Outro nome que também aparece nas discussões é o de Manoel Carlos de Almeida Neto, que hoje atua como secretário-executivo do ministério e é considerado o braço direito de Lewandowski. Ele poderia assumir o comando da pasta de forma interina, ou seja, por um tempo provisório, até que um substituto definitivo seja nomeado.

“Manoel Carlos de Almeida Neto é uma opção de transição, mas ainda não há um consenso para que ele permaneça como titular definitivo, conforme apontam as conversas internas.”

A expectativa é grande para o anúncio oficial da saída de Lewandowski e, principalmente, para a escolha de seu sucessor. A decisão do presidente Lula terá um impacto direto nas estratégias de segurança e justiça do governo nos próximos anos, e a movimentação dos nomes indica a importância e a complexidade dessa escolha para o cenário político brasileiro.