A Lavagem do Bonfim de 2026 marcou, mais uma vez, o início vibrante das festas populares na Bahia. Durante o tradicional cortejo que aconteceu nesta quinta-feira, 15 de janeiro, em Salvador, na Bahia, o Secretário de Cultura do estado, Bruno Monteiro, falou sobre o papel fundamental que o Governo tem para manter vivas as ricas tradições que misturam o sagrado e o profano nas ruas da capital baiana. Ele destacou, em especial, a força do Programa Ouro Negro, que apoia diretamente a participação de grupos culturais neste evento tão importante.
Fé e Cultura: A União na Lavagem do Bonfim
O Bonfim é muito mais do que uma celebração; é a grande abertura da temporada de folia e fé na Bahia. Segundo o Secretário Monteiro, este é um momento de união, onde a fé e a celebração cultural se encontram, criando um espetáculo único que reflete a alma do povo baiano. A energia das pessoas, os cânticos e a mistura de devoção e alegria fazem do evento um dos mais queridos da população.
“O Bonfim é a abertura dessa temporada de festas populares na Bahia neste ano. É um momento de fé, de celebração e de cultura, onde o sagrado e o profano se misturam na avenida, trazendo algo que é tão rico da cultura e da tradição do povo baiano.”
Essa fusão de elementos religiosos e festivos faz da Lavagem do Bonfim um evento de identidade profunda para a Bahia, atraindo baianos e turistas para as ruas em uma demonstração de devoção e festa popular.
Ouro Negro: Apoio Essencial para a Tradição
A presença e o apoio do Governo do Estado, através de iniciativas como o Programa Ouro Negro, são cruciais para a realização e a valorização dessas manifestações culturais. Monteiro fez questão de frisar a importância desse investimento na cultura, que garante a continuidade e a visibilidade de diversos grupos.
“Para nós do Governo do Estado, estarmos aqui mais uma vez, valorizando a presença da cultura... neste ano o Ouro Negro tem 11 entidades para se apresentarem durante a lavagem.”
Isso significa que dezenas de artistas e grupos culturais têm a oportunidade de mostrar seu trabalho e contribuir para a riqueza do evento, garantindo que as tradições sejam passadas de geração em geração. O programa não apenas dá palco, mas também sustenta a estrutura necessária para que essas manifestações continuem a encantar e a fortalecer a identidade cultural da Bahia.
A Lavagem do Bonfim é, portanto, uma conexão poderosa entre o passado, o presente e o futuro da cultura baiana. É um dia para agradecer, como disse Bruno Monteiro, e para buscar as bênçãos do Senhor do Bonfim, pedindo por um caminho de fé e progresso para todos. Essa mensagem ressalta o espírito de esperança e a continuidade das tradições que pulsam em cada lavagem.

