Suzane von Richthofen está novamente no centro das atenções, desta vez por um motivo familiar e com um impacto financeiro considerável. A ex-detenta compareceu a uma delegacia de polícia no último domingo, dia 11, em Campo Belo, Minas Gerais, com um objetivo específico: liberar o corpo de seu tio, o médico Miguel Abdala Netto, encontrado morto em sua residência na sexta-feira anterior, dia 9 de fevereiro.
A história, no entanto, vai além da simples burocracia. De acordo com informações do colunista Ulisses Campbell, do jornal O Globo, Suzane pode assumir o papel de inventariante dos bens deixados pelo tio. Miguel Abdala Netto, que não era casado e não tinha filhos, tinha como parentes mais próximos Suzane e seu irmão, Andreas von Richthofen. Essa situação legal abre caminho para uma possível herança.
Patrimônio do médico pode chegar a R$ 5 milhões
O patrimônio do médico falecido é estimado em uma quantia expressiva, cerca de R$ 5 milhões. Entre os bens de Miguel Abdala Netto estão uma casa e um apartamento localizados em Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista. Essa herança potencial coloca Suzane novamente sob os holofotes, não apenas por sua figura já conhecida, mas agora em um contexto de disputa legal e patrimonial complexo.
Apesar de sua ida à delegacia, Suzane não conseguiu a liberação do corpo. Os policiais responsáveis pelo caso não atenderam ao seu pedido, o que indica que havia impedimentos legais ou protocolares para a entrega imediata. Contudo, ela não desistiu da tentativa. Em seguida, procurou o fórum da cidade, onde formalizou um pedido de tutela. Esse movimento legal demonstra sua persistência em buscar a responsabilidade sobre o espólio ou a autorização para os procedimentos relacionados ao falecimento do tio, um passo importante para quem busca administrar os bens de um parente falecido.
Morte sob investigação da Polícia Civil
A morte de Miguel Abdala Netto foi registrada como “suspeita” pela Polícia Civil de São Paulo. Isso significa que as autoridades estão investigando as circunstâncias do falecimento para determinar a causa e se houve algum crime, mesmo que não haja sinais óbvios. Até o momento, a polícia informou que não há indícios de arrombamento na residência do médico e nem sinais aparentes de violência em seu corpo, o que torna o caso ainda mais enigmático. A investigação segue em andamento para esclarecer todos os detalhes sobre o ocorrido e o que, de fato, levou à morte de Miguel Abdala Netto, mantendo o caso sob análise minuciosa das autoridades.

